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Quer crescer rápido? Mentoria é o acelerador que a Geração Z talvez subestime

A Geração Z já deixou de ser “novata no mercado” e passou a ocupar cargos reais, e inclusive de liderança. Mas junto com a presença crescente dessa geração nas empresas, também surgiram milhares de críticas: “não querem trabalhar”, “não aguentam pressão”, “só pensam em propósito”. Como toda geração anterior, eles também vão precisar errar, aprender, ouvir… e contar com mentoria se quiserem crescer de forma sólida e acelerada.

Quer crescer rápido? Mentoria é o acelerador que a Geração Z talvez subestime

A Geração Z quer tudo rápido. Mas sem mentoria, vai ser mais difícil — e mais lento.

Neste artigo:

  • O que é: O artigo discute como a Geração Z, que já ocupa cargos reais e de liderança, busca crescimento rápido e trabalho com propósito, e argumenta que a mentoria é o acelerador que essa geração pode estar subestimando. Defende ouvir e orientar a Gen Z em vez de julgá-la.
  • Por que importa: Importa porque a pressa por crescer esbarra na falta de preparo: 70% da Gen Z espera ser promovida em até 18 meses (RippleMatch, 2024), mas profissionais mentorados têm 5 vezes mais chances de serem promovidos do que quem caminha sozinho, segundo a Harvard Business Review. Pular etapas pode tornar o processo mais lento, mesmo quando a intenção é acelerar.
  • O que fazer: Se você é da Geração Z e quer chegar longe, procure mentores, não para seguir um caminho engessado, mas para montar sua própria trilha com mais clareza, menos tropeços e mais consistência. A mentoria acelera aprendizados que levariam anos sozinho, evita erros desnecessários e ensina o jogo antes de entrar no campo.

A Geração Z já deixou de ser “novata no mercado” e passou a ocupar cargos reais, e inclusive de liderança. Mas junto com a presença crescente dessa geração nas empresas, também surgiram milhares de críticas: “não querem trabalhar”, “não aguentam pressão”, “só pensam em propósito”.  

Mas será que essas críticas fazem sentido? Ou estamos apenas repetindo o ciclo geracional de resistência ao novo?

A verdade é que a Geração Z trouxe sim novos olhares para o trabalho, mas isso não é motivo para desconfiança — é um sinal de transformação. E, como toda geração anterior, eles também vão precisar errar, aprender, ouvir… e contar com mentoria se quiserem crescer de forma sólida e acelerada.

Não é só sobre juventude. É sobre um mundo que mudou

Dizer que a Gen Z só pensa em “vida fácil” é uma leitura rasa. Desde os anos 2000, o mercado começou a questionar o trabalho pelo trabalho. Livros, pesquisas e a cultura corporativa passaram a valorizar bem-estar, propósito e equilíbrio. Isso não começou com a Gen Z — mas ela é a geração que verbaliza isso de forma mais intensa.

Aliás, a busca por equilíbrio não é exclusividade deles. Um estudo da Forbes (2024) revelou que “o modelo híbrido já é adotado por 45% dos Baby Boomers e 52% da Geração X”, muito por influência das práticas normalizadas pela Gen Z.

A CEO da WeWork Brasil, Bruna Neves, resumiu bem:  

“A verdade é que todos estavam insatisfeitos, mas alguns não sabiam que podiam mudar.”  

O propósito como nova prioridade, com consequências

De acordo com a pesquisa global da Deloitte (2024):

=> 86% dos profissionais da Geração Z consideram “ter um propósito” essencial para satisfação no trabalho.

=> 44% recusariam propostas de empresas que não se alinham com seus valores éticos.

Além disso, 70% priorizam organizações com posturas éticas fortes, segundo o Pew Research Center, mesmo que isso signifique ganhar menos – algo muito menos comum entre Millennials (58%) e Geração X (47%).

Esse novo olhar não é modismo. É mentalidade. Mas ele também traz efeitos colaterais: 

  • altas taxas de rotatividade, 
  • frustração com a realidade e 
  • busca por resultados imediatos.

Querem crescer. E rápido. Mas estão preparados para isso?

A ideia de “ser CEO em 1 ano” pode parecer caricata, mas está ligada a um dado real:  

“70% da Gen Z espera ser promovida em até 18 meses”, segundo a RippleMatch (2024).  

Essa pressa não vem de preguiça, é resultado de um mundo acelerado, de redes sociais, modelos de sucesso instantâneo e pouca tolerância ao processo.

Mas aqui entra um ponto essencial:  

> Crescimento não é só questão de vontade. É questão de estratégia.  

> E estratégia, muitas vezes, vem da escuta de quem já viveu o caminho.  

Mentoria: o acelerador que falta

Enquanto muitos da Gen Z se sentem sobrecarregados (40% relatam estresse constante; 36% ligam isso ao trabalho, segundo a Deloitte), eles também enfrentam dificuldades reais como alta competitividade, dívidas estudantis e insegurança financeira.

A solução não está em desacelerar o sonho, mas em construir pontes que acelerem a conquista.  

A mentoria é uma delas, porque:

– Acelera aprendizados que levariam anos sozinhos

– Pode evitar erros desnecessários

– Ensina o jogo antes de entrar no campo

Segundo a Harvard Business Review, profissionais mentorados têm “5 vezes mais chances de serem promovidos” do que os que caminham sozinhos.

Não existe só um caminho certo, mas pular etapas pode desacelerar

Trabalhar com propósito faz sentido.  

Ganhar dinheiro é necessário.  

Se divertir com o que faz é possível.  

Buscar o “trabalho ideal” é legítimo.

Mas pular etapas e ignorar o aprendizado coletivo pode tornar o processo mais lento, mesmo quando a intenção é acelerar.

Não é sobre crítica. É sobre direção.

A Gen Z não precisa ser julgada. Precisa ser ouvida, orientada e desafiada com respeito.  

E também precisa ouvir. Porque, sim, dá pra crescer rápido, mas não dá pra crescer bem ignorando quem já passou por ali.

Se você é da Geração Z e quer chegar longe, procure mentores.  

Não é pra seguir um caminho engessado, mas pra montar sua própria trilha com mais clareza, menos tropeços e muito mais consistência.

Qual é sua meta de carreira? Já tem um mentor para te acompanhar?


Perguntas frequentes sobre mentoria e crescimento de carreira na Geração Z

Por que a Geração Z valoriza tanto propósito no trabalho?

Segundo a pesquisa global da Deloitte (2024), 86% dos profissionais da Geração Z consideram ter um propósito essencial para a satisfação no trabalho, e 44% recusariam propostas de empresas que não se alinham com seus valores éticos. O artigo aponta que essa busca por propósito e equilíbrio não é modismo, mas mentalidade, e que ela não começou com a Gen Z, embora seja a geração que verbaliza isso de forma mais intensa.

É verdade que a Geração Z quer ser promovida muito rápido?

Sim. De acordo com a RippleMatch (2024), 70% da Gen Z espera ser promovida em até 18 meses. O artigo explica que essa pressa não vem de preguiça, mas é resultado de um mundo acelerado, de redes sociais e de modelos de sucesso instantâneo, com pouca tolerância ao processo.

Como a mentoria ajuda a Geração Z a crescer mais rápido?

A mentoria acelera aprendizados que levariam anos sozinho, ajuda a evitar erros desnecessários e ensina o jogo antes de entrar no campo. Segundo a Harvard Business Review, profissionais mentorados têm 5 vezes mais chances de serem promovidos do que os que caminham sozinhos. O artigo trata a mentoria como uma ponte que acelera a conquista, sem precisar desacelerar o sonho.

A busca por equilíbrio e modelo híbrido é exclusiva da Geração Z?

Não. Um estudo da Forbes (2024) revelou que o modelo híbrido já é adotado por 45% dos Baby Boomers e 52% da Geração X, muito por influência das práticas normalizadas pela Gen Z. Como resumiu a CEO da WeWork Brasil, Bruna Neves, todos estavam insatisfeitos, mas alguns não sabiam que podiam mudar.

Quais são os desafios e efeitos colaterais que a Geração Z enfrenta na carreira?

O novo olhar sobre o trabalho traz efeitos colaterais como altas taxas de rotatividade, frustração com a realidade e busca por resultados imediatos. Segundo a Deloitte, 40% relatam estresse constante e 36% ligam isso ao trabalho, além de enfrentarem alta competitividade, dívidas estudantis e insegurança financeira. O artigo sugere que a saída não é desacelerar o sonho, mas construir pontes, como a mentoria, que acelerem a conquista.

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